3 de set de 2015

Grito dos Excluídos 2015.

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Contra o Golpe e o Ajuste Fiscal

Por Democracia, Mais Direitos e Políticas Públicas

Os movimentos populares que foram as ruas no dia 20 de agosto, novamente voltam às ruas dia 07 de setembro, para defender os avanços das políticas públicas de inclusão social, desenvolvimento econômico com geração de emprego e renda, manutenção dos direitos trabalhistas e sociais e respeito à diversidade, em defesa da democracia, contra o ajuste fiscal, por outra política econômica.

Gritamos contra o avanço do conservadorismo, que se expressa na tentativa de criminalizar a esquerda, as organizações das classes trabalhadoras e os movimentos sociais.

 Gritamos “Fora Cunha”, que teve uma das campanhas mais caras de 2014, financiada por vários setores empresariais, e agora envolvido na operação Lava Jato. O deputado foi denunciado pela Procuradoria Geral de República por lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

Gritamos contra a ofensiva da direita, que se sustenta numa onda conservadora que dissemina ódio, intolerância e preconceito, defende o retrocesso com relação os direitos dos trabalhadores e aos avanços socais conquistados por meio de muitos anos de luta da classe trabalhadora e dos movimentos sociais.

Gritamos contra a redução da maioridade penal e o genocídio da juventude pobre, negra e periférica e contra a terceirização, que retira direitos, provoca demissões e reduz salários dos trabalhadores (as). 

 Gritamos por uma reforma política, não apenas eleitoral, que impeça que os grupos econômicos escolham e financiem seus preferidos como os “representantes” do povo. Defendemos reforma tributária que cobre imposto dos ricos. É preciso instituir o imposto sobre grandes fortunas e heranças, e combater a sonegação fiscal. Não aceitamos corte nas áreas e programas sociais.

 Gritamos por outra política econômica, não aceitamos que o ajuste fiscal penalize a classe trabalhadora, com perda de direitos e diminuição de recursos dos programas sociais e de distribuição de renda.  Os ricos que paguem a conta. 

Gritamos pela manutenção e a ampliação dos direitos e programas sociais, pelas reformas política, tributária, agrária e urbana. Não vai ter golpe!

DIA 07 DE SETEMBRO 
A PARTIR DAS 08 HORAS 
NA PRAÇA OSWALDO CRUZ (FINAL DA AVENIDA PAULISTA).
 

CMP (Central de Movimentos Populares)

CUT-SP (Central Única dos Trabalhadores)

UMM (União dos Movimentos de Moradia)

FLM (Frente de Luta por Moradia)

UMPS (União dos Movimentos Populares de Saúde)

MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)

Levante Popular da Juventude

MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens)

UEE-SP (União Estadual dos Estudantes)

MMTP (Movimento de Moradia Para Todos)

MMVL (Movimento de Moradia Vermelho para Lutar)

FACESP (Federação das Associações Comunitárias do Estado de São Paulo)

MMM (Marcha Mundial das Mulheres)