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10 agosto 2022

Assembleia Geral Projeto Santa Terezinha III.

 


A Associação Habitacional do Bem Viver de Taboão da Serra por meio de seus representantes legais, convoca todos os associados a participar da próxima assembléia geral que será realizado dia 18 de agosto de 2022 (18/08/2022 - quinta-feira) a partir das 18:30 horas na Câmara Municipal de Taboão da Serra.

Mais informações: (11) 4137-8739


28 agosto 2018

Assembleia Ordinária Setembro/2018. | Projeto Santa Terezinha III



A Associação Habitacional do Bem Viver de Taboão da Serra tem o prazer de convidar todos os seus associados para a próxima assembleia ordinária que será realizada dia 16 de setembro de 2018 (domingo) as 9 horas da manhã em frente a sede da entidade que fica localizada na rua Luiz Batinga de Vasconcelos, 15 - Jardim Maria Helena em Taboão da Serra - SP.

Contamos com a sua presença.

Em breve fotos do evento.

04 novembro 2016

Seminário de Trabalho Social na Produção de Habitação Autogerida. | Projeto Santa Terezinha III

A União dos Movimentos de Moradia (UMM-SP) e a União Nacional por Moradia Popular (UNMP) realizam nos dias 10 e 11 de Novembro de 2016, o Seminário de Trabalho Social na Produção da Habitação Autogerida.

Nosso objetivo é discutir, refletir e apresentar propostas para um trabalho social comprometido com os movimentos sociais e com a produção da habitação autogestionária.

O trabalho social é um componente da política de habitação. Essa política, assim como outras políticas sociais, se configuram em campos de disputas entre interesses da sociedade capitalista e os interesses coletivos. Nesse sentido e diante da conjuntura golpista de avanço do neoliberalismo que enfrentamos, torna-se eminente nossas discussões na defesa do trabalho social na habitação autogestionária.


O trabalho social na autogestão visa tanto a participação de todos na totalidade do processo quanto a continuidade dessa organização para a vida comunitária. Além disso, traz os valores políticos da organização e da mobilização vinculados à visão de mundo daquele movimento social. 


Os movimentos populares possuem suas estratégias de mobilização, seu histórico e suas formas de pressão e de luta. O Trabalho Social deve partir desse acúmulo, bem como das experiências anteriores do grupo e é imprescindível na construção de ideários compartilhados pelos integrantes desses grupos.

A autogestão na produção habitacional é uma das principais bandeiras do movimento, junto com a luta na defesa por cidades mais justas e igualitárias. Para nós, a autogestão na habitação corresponde a ações em que a produção habitacional ou a urbanização de uma área se dá através do controle da gestão dos recursos públicos e da obra pelos famílias dos movimentos populares e associações. É a própria comunidade gerindo o processo da produção da solução de sua habitação e sendo protagonista desta ação.


Nossas principais discussões nesse Seminário serão relacionadas à participação do trabalho técnico social nesse processo. Falamos do controle social em todas as etapas da produção da moradia até a organização da vida comunitária e como nossa atuação contribui não só para a construção de moradias com mais qualidade, mas também para a construção da vida comunitária, da busca por qualidade de vida a partir dos movimentos populares onde se pode inclusive buscar outros projetos societários.



Programação
Local: Sindicato dos Marceneiros
Rua das Carmelitas, 149 – Centro – São Paulo-SP
Inscrições e Informações: autogestaoemoradia@gmail.com
Dia 10 de novembro
9 h – Abertura, saudações e apresentação dos objetivos;
10h – Mesa NÓS VAMOS PROSSEGUIR, COMPANHEIROS, MEDO NÃO HÁ:
– contexto político, política habitacional e trabalho social na política de habitação;
13:30 h – Mesa: A FORÇA E A BELEZA DO PROJETO POPULAR
– Visão de mundo: (papel do MS, relação com o Estado, proposta da autogestão – produção do empreendimento e projeto politico)
15:30 – Café
16h – Mesa: QUEM SABE FAZ A HORA
– Trabalho social e formas de organização;
– Integração AT arq. e eng. com AT social;
– TS no processo de produção
– Portaria 21 X prioridades do movimento;
– Modelos de arranjos para a gestão do TS;
Dia 11 de novembro
9:00 – Video
9:30 – Grupos:
A. – Organização para a obra;
B. – Organização comunitária;
C. – Formação política;
D. – Estratégias de inserção econômica;
E. – Relação com o território;
14:00 – Plenária Geral e apresentação de propostas;
Mais informações em http://autogestao.unmp.org.br/

30 maio 2016

Resistência e União: Associados do Projeto Santa Terezinha III Mantêm Vigília no Terreno.


A Associação Habitacional do Bem Viver de Taboão da Serra e os associados do Projeto Santa Terezinha III iniciaram uma importante mobilização em defesa do futuro empreendimento.

Desde o dia 23 de maio de 2016, as famílias estão mantendo uma Vigília ininterrupta no terreno do projeto. Foi construído um alojamento no local, onde coordenadores e associados se revezam em turnos contínuos – manhã, tarde, noite e madrugada.

A Necessidade da Vigilância

A ação foi motivada pela recente onda de tentativas de invasão e ocupação irregular da área. Diante dessa ameaça, a comunidade organizada se mobilizou para proteger o bem que foi conquistado com anos de luta e investimento. A vigilância é crucial enquanto a Associação trabalha ativamente na busca por um "Plano B" e na garantia da segurança jurídica e física do terreno.

Chamado à Colaboração

Convocamos todos os associados do Projeto Santa Terezinha III a fazerem a sua parte, unindo-se aos turnos de vigília. A presença e a colaboração de cada família são fundamentais para a proteção do nosso patrimônio coletivo e para a concretização do nosso sonho da moradia.

O que é nosso, defenderemos juntos!

Registro Fotográfico

Confira as fotos que registram o alojamento e a determinação da nossa comunidade na vigília.


22 abril 2016

Cadê as moradias que o Alckmin prometeu ?

Neste dia 25 de abril de 2016, a União dos Movimentos de Moradia de São Paulo – UMM SP, filiada à Central de Movimentos Populares – CMP, vão às ruas para exigir o cumprimento das promessas feitas pelo governo do Estado de São Paulo.

Entre as promessas, que até hoje não saíram do papel está a criação do Conselho Estadual das Cidades, conforme estabelece  o Decreto nº 59.459 de 2013 e a viabilização de 10 mil unidades habitacionais em regime de mutirão com autogestão prometidas pelo Governador Alckmin no ano de 2013.
Nesta Manifestação que se concentrará  na Praça Republica que  Marchará até a Sede da Secretaria Estadual de Habitação,  participarão os diversos  os Movimentos de Sem Teto, de Favelas,  os  Cortiços,  os Conjuntos Habitacionais, a as Ocupações advindos das várias regiões da Cidade de São Paulo, do ABC, Região Metropolitana, Baixada Santista e Interior.



 O que o governador Alckmin prometeu?

1- Construir 10 mil Unidades Habitacionais por meio do regime de mutirão com autogestão. A promessa foi feita em agosto de 2013, durante a Marcha da Moradia em agosto de 2013. A CDHU e a Secretaria de Habitação chegaram a se reunir com o Movimento, mas até o momento, nada aconteceu.

2- Dar posse aos Conselheiros das Cidades, conforme prevê o decreto nº 59.459/13, que cria e organiza o Conselho Estadual das Cidades -ConCidades/SP.  A posse deveria acontecer em 2013, durante a 5ª Conferência Estadual das Cidades, porém, até hoje o Governador sequer instalou o referido Conselho ou deu posse aos Conselheiros/as eleitos/as.

3- Prometeu dar andamento aos projetos do Programa da Gestão Compartilhada; desenvolver um programa habitacional consistente no Estado de São Paulo; ampliar os programas de urbanização de favelas e de direito à moradia nas áreas centrais. No entanto, nada de resultado concreto para as famílias de baixa renda.

Estamos cobrando do Governo do Estado de São Paulo ações concretas e efetivas no enfrentamento da crise urbana no Estado.

Coordenação UMMSP: (11) 3667-2309/3203-0687

Graça: (11) Xavier 99157-0100

Sidnei Pita: (11) 96158-2604


Donizete: (11) 97230-5894

11 dezembro 2015

10 setembro 2015

Nem chuva nem vento derruba o movimento.

Os associados do Projeto Santa Terezinha III hoje podem comemorar mais uma vitória, pois no final da tarde de ontem (quarta-feira, 9) depois de uma tensa reunião com o prefeito Fernando Fernandes (PSDB) 




foi enfim liberado o alvará para edificação das 500 unidades habitacionais do projeto.


Mas não vá pensando que foi fácil, na verdade o alvará havia sido prometido de ser entregue no prazo de 20 a 30 dias depois que fosse entregue a planta do projeto (a planta foi entregue em janeiro/2015).
Durante esses nove meses foram tantas idas e vindas em reuniões na prefeitura e sempre havia um empecilho para liberar tal documentação.
Só após protestos realizados terça-feira (8) em frente a casa do prefeito de baixo de muita chuva,

                                      









e na quarta feira (9) o movimento ficou o dia inteiro em frente a prefeitura e no final da tarde receberam o tão esperado ALVARÁ DE EDIFICAÇÃO.